• Empresas que buscam reverter situações que ameaçam sua sobrevivência precisam empreender um esforço de reestruturação ou turnaround.
• Na fase inicial, as ações emergenciais envolvem a criação de um comitê de crise para coordenar os esforços de recuperação e de um comitê de caixa para otimizar os recursos disponíveis.
• Na fase 2, o objetivo é identificar as causas primárias dos resultados negativos e apontar as ações necessárias para produzir ganhos rápidos e melhorar o fluxo de caixa no curtíssimo prazo, tais como a redução de custos e despesas, renegociação de dívidas e alongamento dos prazos de pagamentos, venda de ativos, otimização dos recursos disponíveis e elaboração de orçamento financeiro detalhado.
• Na fase 3, são executadas ações de recuperação, tais como redirecionamento do foco e implementação de uma estratégia competitiva clara, que priorize os mercados, clientes e produtos mais rentáveis para a empresa. Essa fase pode incluir também a revisão do modelo de negócio, das estratégias e do modelo de gestão.
A reestruturação se completa quando:
(1) os níveis de desempenho alcançados são satisfatórios e sustentáveis.
(2) as causas primárias do declínio foram eliminadas.
(3) a empresa está reorganizada, reestruturada e pronta para retomar uma trajetória sustentada.
(4) bem como desenvolveu a capacidade dinâmica de aprendizado organizacional, ou seja, de acumular conhecimento e de mobilizá-lo para responder de forma mais ágil e efetiva a novas ameaças de sobrevivência.